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Da Thinkfn
Revisão das 18h55min de 20 de junho de 2009 por Think Finance (discussão | contribs)

Logo que começaram a fazer-se as transacções no CBOT, viu-se que era preciso pôr ordem nas discussões entre vendedores e compradores, e foi limitado o acesso ao espaço onde se negociava (Floor) a pessoas mais preparadas para isso (os Brokers) que os agricultores e moageiros. (...)
Fogueiro, Set 2007
Surgiu assim um novo local para as transacções, o Chicago Board of Trade com o seus Clearing Services (1848) que estabeleceu regras para as margens: caso o preço subisse mais que uma percentagem do depósito de garantia, pedia um reforço (margin call) ao agricultor (...)
Fogueiro, Set 2007
Para garantir que o vendedor entregava o trigo e que o comprador o comprava, ambos entregavam uma importância ao taberneiro (ou quem fosse), e quem não cumprisse perdia-a. Essa margem permitia ao cumpridor voltar a negociar com outro, já com um valor no bolso que cobrisse o diferencial para um preço pior. (...)
Fogueiro, Set 2007
Conheci vários milionários, a começar pelo meu patrão, que fizeram enormes fortunas em commodities. Mas nenhum apenas a especular, sem ligação aos físicos. Só a especular, conheço vários que se arruinaram. Porque lutaram contra os que têm uma vantagem competitiva incontornável. (...)
Fogueiro, Fev 2005
A bolha chinesa foi uma euforia que tomou conta dos mercados accionistas Chineses, e levaria o índice de Shangai (SSE Composite) a subir 500% entre Maio de 2005 e Outubro de 2007. Como em todas as bolhas, existiu primeiramente um motivo fundamental válido para iniciar a euforia, nomeadamente o crescimento económico forte da economia Chinesa. (...)
Incognitus, Out 2008
Nesta edição: Crise impõe uma nova ordem na avaliação do risco dos países da Zona Euro e Portugal está entre os prejudicados (Ashoka Mody); “Bad banks” para resolver os problemas do sector financeiro (Dorothea Schäfer e Klaus F. Zimmermann); Google antecipa a evolução dos indicadores económicos (Céline Allard). (...)
Rui Peres Jorge, João Silvestre e Sérgio Aníbal